Regras básicas para ter um bom website

24 01 2009

Desde o começo da década de 90, a internet vem mudando a forma como nos comunicamos, nos relacionamos, aprendemos e fazemos negócios. No começo a maioria das pessoas usava apenas por curiosidade e o acesso era restrito. Hoje não conseguimos mais imaginar as nossas vidas sem estarmos conectados a grande rede. Com base nessa última afirmação, cresce a importância de ter um bom website, seja para uso pessoal ou comercial. Mas quais seriam as regras básicas para isso? Abaixo cito algumas:

Defina o objetivo do seu site

Esse parece ser um item básico, mas que é deixado de lado por muitas pessoas. Antes de colocar a “mão na massa” reflita se o seu site será um comércio eletrônico, um portal de notícias, um site de conteúdo específico, etc. Isso irá determinar, por exemplo, quais itens aparecerão em destaque, qual a tecnologia deverá ser usada no desenvolvimento, qual plano de hospedagem contratar. Tendo isso em mente, você facilita a sua vida e simplifica o trabalho de quem irá desenvolver o site, diminuindo o número de alterações e o custo final do serviço.

Conheça o seu público-alvo

Quem irá ver o seu site? Idosos, jovens, mulheres, roqueiros, executivos? Cada tipo de público exige comunicação e ferramentas diferentes. Fique atento a isso para não cometer gafes e espantar a sua audiência.

Crie um layout atraente

Site feio e mal organizado espanta, não transmite credibilidade e transparece amadorismo. Quem está conhecendo você ou sua empresa pela web não tem uma referência anterior. E como diz o ditado: “A primeira impressão é a que fica”. Seduzir o visitante com belas imagens, vídeos e fontes apropriadas é essencial para segurá-lo no site pelo maior tempo possível.

Tenha um conteúdo objetivo

O tempo das pessoas é precioso. Daí cresce a importância do seu site ter um conteúdo relevante e objetivo. Textos longos e mal escritos colocam o seu site na lista dos esquecidos da internet.

Pense na usabilidade

Não adianta criar um site incrível, se ele não for intuitivo e fácil de usar. Não coloque coisas inúteis e sem funcionalidade. Se o visitante não encontrar logo o que ele quer, fecha o browser e nunca mais volta a visitá-lo.

Garanta a portabilidade

As pessoas não acessam a web somente de um computador tradicional. Garanta que elas tenham uma boa experiência vendo seu site em qualquer dispositivo, seja em um celular ou um smartphone. Seja usando um PC ou um Mac. Navegando no Mozzila Firefox, no Safari ou no Internet Explorer.

Facilite a vida dos portadores de deficiência.

Eles também usam a internet e são um público cada vez maior. Pensando nisso desde o começo do seu projeto, as dificuldades para tornar seu site acessível são mínimas.

Escreva corretamente

Acho que nesse item eu não preciso me aprofundar. Ninguém gosta de ler um texto confuso e cheio de erros.

Tenha em mente que as regras acima são apenas recomendações. Existem muitos outros fatores importantes que devem ser pensados. O desenvolvimento de um site profissional é complexo e exige a contratação de um bom profissional. Fique atento.

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A importância da marca

24 01 2009

Com o objetivo de facilitar o entendimento, utilizarei neste artigo o termo marca para designar o nome da empresa e o termo  logotipo para designar somente a parte gráfica da marca, muito embora existam inúmeras discussões a respeito do uso correto destas nomenclaturas.

Vivemos uma época de mudanças constantes e cada vez mais rápidas. Fusões, aquisições e falências de empresas acontecem da noite para o dia, transparecendo que tudo o que parece sólido e certo hoje pode “virar pó” amanhã (expressão esta muito utilizada no mercado financeiro por quem opera opções e vê seu patrimônio investido ruir em pouquíssimo tempo).

No meio de tudo isso, o que sobra? Pesquisas como a da consultoria inglesa Brand Finance demonstram que o valor da marca de gigantes como Coca-Cola e Microsoft valem bilhões de dólares e que, em muitos casos, superam o valor da própria empresa. Daí aparece a importância de ter profissionais focados em manter a marca de uma empresa sempre “saudável”. Os designers sabem (ou deveriam saber) que a primeira forma de percepção da marca é através do logotipo da empresa. Ele é responsável por transmitir graficamente os valores, a qualidade dos produtos/serviços e o compromisso da empresa com os seus clientes.

Já a empresa deve ter preocupação redobrada com a sua imagem corporativa. Neste sentido, deve assumir posturas distintas, de acordo com o seu público. Por exemplo, se o seu objetivo é vender produtos e serviços tipicamente brasileiros, deve pensar em uma marca e logotipo que remetam a esta característica. Para alcançá-los, é importante contratar um bom profissional, de preferência um designer gráfico ou um escritório de design.

Já tenho uma empresa estabelecida e acho o meu logotipo inadequado. O que devo fazer?

O redesign do logotipo aparece como uma iniciativa interessante e cada vez mais utilizada por agências de publicidade e escritórios de design, com a intenção de renovar a imagem da empresa. Porém, esta pode ser uma iniciativa perigosa, caso não seja utilizada com critérios. Cada situação deve ser avaliada individualmente.

Antes de propor um possível redesign, o profissional responsável deve perceber se existem outras ações que possam ser tomadas, para resolver o problema de comunicação da empresa. Junto com o empresário, ele deve refletir sobre quais são os valores que a empresa quer transmitir através do logotipo e, com uma pesquisa de opinião junto aos clientes e fornecedores, verificar se estes valores estão sendo percebidos da forma esperada. Caso o resultado não seja satisfatório, daí sim deve-se pensar na mudança.

Porém, existem outras ocasiões nas quais é necessário o redesign do logotipo. Recentemente, a Companhia Vale do Rio Doce, com o objetivo de consolidar o seu posicionamento como uma empresa de mineração global e desvincular a sua imagem da antiga empresa estatal, adotou um novo logotipo e passou a usar somente o nome VALE. O investimento estimado para o desenvolvimento do projeto e criação de campanhas publicitárias para apresentar a nova identidade visual é de US$ 59 milhões.

Logotipo Antigo

Logotipo antigo

Logotipo Novo

Logotipo Novo

Este é um caso que exemplifica uma mudança que se mostrou necessária, de acordo com um novo rumo almejado pela empresa.

Concluindo, a dica é ficar sempre atento e, na hora que achar necessária uma mudança da imagem corporativa, procurar um profissional que consiga realizá-la com competência e foco em resultados. O resultado, com certeza, aparecerá com o aumento de faturamento, a satisfação dos clientes e a consolidação da marca da empresa no ramo onde ela atua.

Espero que tenham gostado! Um abraço!

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Ferramentas publicitárias: o Marketing Viral

24 01 2009

Quantas pessoas não foram surpreendidas quando receberam por e-mail, viram o post em um blog, ou ouviram os amigos comentando em uma conversa de bar sobre um vídeo, onde o craque Ronaldinho Gaúcho chutava e acertava diversas vezes seguidas a bola no travessão?

Nas rodas de amigos, todos discutiam se aquilo era verdade, uns falando que era computação gráfica, outros afirmando com toda a certeza que se tratava de um vídeo 100% real. Pois é, tenha certeza que quando a NIKE fez esse vídeo, a intenção era gerar toda essa polemica mesmo. O vídeo intitulado Ronaldinho: Touch of Gold, nada mais é do que uma peça de Marketing Viral, também chamado de Buzz Marketing, que já foi vista por milhões de pessoas (só no site Youtube tem mais de 26 milhões de acessos).

Diferentemente de uma propaganda, um vídeo viral muitas vezes se apropria da linguagem dos vídeos amadores, para que as pessoas acreditem que o que está sendo mostrado é real.

O marketing viral se utiliza das redes sociais para se proliferar. É a evolução do antigo boca-a-boca, potencializado com o uso da internet. Como um vírus, que passa de uma pessoa pra outra, uma ação de marketing viral normalmente mostra algo engraçado, inusitado, que pareça impossível ou que desperte a curiosidade das pessoas. Porém, a ação nunca pode parecer com uma propaganda tradicional, simplesmente ofertando um produto ou serviço. Ela deve oferecer algum beneficio para quem está vendo, nem que este seja apenas alguns segundos de diversão.

Uma ação de marketing viral pode conter ou não a marca da empresa, mas o mais importante é que as pessoas se sintam motivadas a passar aquele link para seus contatos.

Além de vídeos, o marketing viral pode utilizar outras estratégias, como a criação de um blog, uma assinatura de e-mail, um webcard, ou qualquer outra forma de comunicação na internet que seja repassada voluntariamente pelas pessoas, tomando projeções exponenciais.

O grande cuidado ao pensar em uma campanha de marketing viral é criar um conteúdo pertinente, com uma mensagem clara, que seja compreendida facilmente e com alto poder de proliferação. Antes de partir para a criação, é essencial um planejamento para definir o público a ser atingido, qual a intenção da empresa com a ação e quais vão ser as formas de mensurar resultados.

Uma ação viral mal elaborada pode trazer resultados contrários ao que a empresa espera. Neste caso, o ditado “falem mal, mas falem de mim”, não deve ser levado em consideração. Ou você vai querer que a sua empresa tenha uma impressão negativa potencializada por milhares de pessoas?

Espero que tenham gostado! Um abraço!

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